Archive for the ‘GeoWalkers Folder’ Category

-> Filão:

http://www.dct.uminho.pt/pnpg/gloss/filao.html

http://e-geo.ineti.pt/edicoes_online/diversos/cartas/glossario.htm

-> Minerais:
http://www.brasilescola.com/geografia/a-classificacao-dos-minerais.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineral

-> Marmitas de gigante:

http://www.dct.uminho.pt/pnpg/trilhos/pitoes/paragem6/marmitas.html

http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?wp=GCVZ4H

-> Rochas Sedimentares:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_sedimentar

-> Fósseis:

http://fossil.uc.pt/

http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/geologia/geologia_trabalhos/fosseis.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ssil

http://www.geopor.pt/gne/ptgeol/fosseis/fosseis.html

-> Carvão:

http://www.infopedia.pt/$carvao

http://www.alentejolitoral.pt/PortalIndustria/Energia/Energiastradicionais/Carvao/Paginas/Carvao.aspx

pt.wikipedia.org/wiki/Carvão_mineral

-> Museu:

http://www1.ci.uc.pt/mmguc/

-> Seres:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Chor%C3%A3o-das-praias

http://www.oceanario.pt/

-> Dunas:

http://geohistorialx.webnode.pt/praia-da-cresmina/dunas/

http://www.gforum.tv/board/1605/257955/importancia-das-dunas-especies-dunares.html

-> Diversos:

Amparo Dias da Silva; Almira Fernandes Mesquita; Fernanda Gramaxo; Maria Ermelinda; Ludovina Baldeia; José Mário Félix / “Terra, Universo de Vida” / 1º volume / 1ªediçao / 2ª reimpressão / páginas, 51 a 60 / editoria, Porto Editora / ano publicação 2010

Caderno Diário de Biologia e Geologia do 11ºano

http://esctorres-m.ccems.pt/course/view.php?id=9

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Os Rapazes depois de um Grande Almoço

Os Rapazes depois de um Grande Almoço

O CHICO MAIS BONITO

O CHICO MAIS BONITO

quase quaase no destino

quase quaase no destino

"han stor?!"

"han stor?!"

Tentativa de imitação da Estátua da Liberdade falhada..

Tentativa de imitação da Estátua da Liberdade falhada..

"um olhar pensativo"

"um olhar pensativo"

"um olhar pensativo II"

"um olhar pensativo II"

GENTE DOIDA

GENTE DOIDA

Ainda bem que ninguém se aleijou!

Ainda bem que ninguém se aleijou!

"muy cansaditos"

"muy cansaditos"

Fotografia de Turma

Fotografia de Turma

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Mais Ideias Chave

Posted: Quarta-feira, Maio 18, 2011 in GeoWalkers Folder
  • Fácies: conjunto de rochas com determinadas características paleontológicas ou litológicas
  • Fósseis de Idade: São fósseis de uma espécie com uma grande distribuição geográfica mas com um período de vida muito curto.   Ex: Amonite, Trilobite, entre outros.
  • Fósseis de Fácies: Os fósseis de fácies são muito importantes por permitirem reconstruir os ambientes em que, no passado, as rochas onde se encontram foram geradas. Informam sobre as condições ambientais e as variações climáticas do meio através dos tempos geológicos.
  • Fósseis Vivos: São seres vivos que existem há muitos milhões de anos e que mantiveram as suas características ao longo do tempo. Seres vivos dos quais já existem fósseis.
  • Fossilização: conjunto de fenómenos físicos, químicos e biológicos que permitem a formação de fósseis dá-se o nome de fossilização.
  • Minerais: são corpos sólidos com estrutura cristalina, naturais, inorgânicos e com composição definida ou variável dentro de certos limites.
  • Paleoambiente: correspondem aos ambientes antigos em que ocorreu a formação das rochas.
  • Paleontologia: Ciência que se dedica ao estudo dos fósseis.
  • Princípio da Continuidade Lateral: permite estabelecer correlação de idades e de posição entre estratos localizados em lugares eventualmente distanciados.
  • Princípio da Identidade Paleontológica: admite o sincronismo entre estratos ou conjuntos de estratos caracterizados pelos  mesmos conjuntos de fósseis.
  • Princípio da Intersecção: admite que toda a estrutura geológica que intersecta outra é mais recente do que ela.
  • Princípio da Sobreposição: admite que numa séries de estratos na sua posição original, qualquer estrato é mais recente do que os estratos que estão abaixo dele e mais antigo do que os estratos que a ele se sobrepõem.

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Os Belos Minerais

Posted: Quarta-feira, Maio 18, 2011 in GeoWalkers Folder, Museu Mineralógico e Geológico

Os minerais são corpos sólidos com estrutura cristalina, naturais, inorgânicos e com composição definida ou variável dentro de certos limites.  Geologicamente, os minerais encontram-se em fase homogénea (sólido e cristalino), naturais resultantes de processos geológicos inorgânicos e com composição definida. Já foram identificados cerca de 4000 minerais, mas poucos são frequentemente encontrados. Geologicamente, os minerais são corpos sólidos, com estrutura cristalina, naturais e inorgânicos e com composição definida ou variável dentro de certos limites.

-> Propriedades Físicas:

Propriedades Ópticas – cor, risca e brilho

Propriedades Mecânicas – dureza, clivagem, fractura

Densidade

 

  •  Cor

A propriedade mais óbvia na observação de minerais é, em regra, a cor. Na sua maioria, os minerais apresentam-se coloridos.

Muitos minerais mostram uma cor própria e característica, como o verde para a malaquite. São chamados minerais idiocromáticos.

Existem outros que não apresentam cor constante, como o quartzo. Os minerais que apresentam cor variável dizem-se alocromáticos.

  •  Risca

A risca ou traço é a cor do mineral quando reduzido a pó. Esta propriedade é importante na identificação dos minerais, porque mesmo que a cor do mineral varie, a risca, normalmente, mantém-se constante, podendo, em certos casos, ser diferente da própria cor do mineral.

  • Brilho ou Lustre

O brilho consiste no efeito produzido pela qualidade e intensidade de luz reflectida numa superfície de fractura recente do mineral.

Os minerais podem ter brilho metálico, como acontece com a galena, que reflecte a luz de um modo semelhante ao dos metais polidos, e brilho não metálico ou vulgar.

Em certos casos, como na volframite, por exemplo, o brilho é do tipo metálico, mas sensivelmente mais fraco, designando-se então por brilho submetálico.

  •  Clivagem e Fractura

Quando se aplica uma pancada com um martelo sobre amostras de quartzo e de calcite, pode observar-se que revelam comportamentos mecânicos muito diferentes.

A tendência de um mineral partir segundo direcções preferenciais, desenvolvendo superfícies de ruptura planas e brilhantes, denomina-se clivagem.

O quartzo não apresenta clivagem e, quando percutido, desagrega-se em fragmentos com superfícies mais ou menos irregulares, sem direcção privilegiada. Esta propriedade designa-se por fractura e revela que todas as ligações são igualmente fortes, qualquer que seja a direcção considerada.

  • Dureza

 Em Mineralogia, a dureza consiste na resistência que o mineral oferece à abrasão, ou seja, a ser riscado (sulcado) por outro mineral ou por determinados objectos. É condicionada pela estrutura e pelo tipo de ligações entre as partículas e, por isso, pode variar com a direcção considerada.

  • Densidade

A densidade absoluta, ou massa volúmica, de uma substância traduz a massa por unidade de volume. A densidade depende das partículas (átomos ou iões) que constituem o mineral e do tipo de arranjo dessas partículas.

A massa volúmica pode ser determinada usando uma proveta graduada e uma balança.

-> Propriedades Químicas

 Alguns testes químicos podem ser realizados para identificar minerais. É o caso do teste do sabor salgado para a halite (NaCl) ou então da efervescência produzida por acção de um ácido, por exemplo, o ácido clorídrico.

-> Escala de Mohs

A Escala de Mohs quantifica a dureza dos minerais, isto é, a resistência que um determinado mineral oferece ao risco, ou seja, à retirada de partículas da sua superfície. O diamante risca o vidro, portanto, este é mais duro que o vidro.

Esta escala foi criada em 1812 pelo mineralogista alemão Friedrich Mohs, com 10 minerais de diferentes durezas existentes na crosta terrestre. Atribuiu valores de 1 a 10. O valor de dureza 1 foi dado ao material menos duro que é o talco, e o valor 10 dado ao diamante que é a substância mais dura existente na natureza.

Escala de Mohs

Escala de Mohs

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O Estorno e o Chorão das Praias

Posted: Quarta-feira, Maio 18, 2011 in Gala, GeoWalkers Folder

->Estorno:

Esta  planta Ammophila arenaria é  conhecida  como  a construtora das dunas porque as suas raízes  muito  longas  (com  vários metros  de  comprimento)  formam uma  rede  extensa  e  conseguem segurar  mais  areia  que  qualquer outra planta. Costumam  instalar-se  no  topo  das dunas e ajudam  também a  cortar a força do vento, criando zonas abrigadas  e  de  sombra  para  outras plantas poderem crescer. Como as dunas são muito quentes e secas,  as  raízes  do  estorno  são capazes de armazenar água e as suas folhas são enroladas para não perderem a água armazenada. Como o vento está sempre a depositar areia, as folhas desta planta crescem muito  rapidamente  para  evitar  que fique enterrada.

Estorno

Estorno

-> Chorão-das-praias:

Chorão-das-praias é o nome comum da espécie Carpobrotus edulis, uma planta suculenta, rastejante, nativa da região do Cabo, na África do Sul. Em regiões com clima semelhante,  como o Mediterrâneo e partes da Austrália e Califórnia, escapou ao controlo humano e tem-se tornado uma espécie invasora.

Caméfito rastejante de caules que podem atingir vários metros, possui folhas carnudas com secção triangular e ápice agudo; ângulo dorsal serrilhado. Flores com 5-9 cm de diâmetro, amarelas ou púrpuras; estames amarelos.

É bastante abundante nas zonas costeiras da área de clima Mediterrânico e foi introduzida com fins ornamentais mas também para fixação de dunas e taludes, através dos seus longos caules, como é o caso das espécie existente nas dunas do Cabedelo.

Em Portugal já possui estatuto de espécie invasora, pois o vigoroso crescimento vegetativo leva à formação de extensos tapetes contínuos, impenetráveis, que substituem a vegetação nativa e impedem o seu restabelecimento. Promove a acidificação dos solos, facilitando o seu próprio desenvolvimento. Os frutos ajudam também, uma vez que são comidos por pequenos mamíferos que dispersam as suas sementes.

Chorão-das-Praias

Chorão-das-Praias

Ambas as espécies se adaptam muito bem em ambientes áridos, mas se entrarem em confronto, o chorão-das-praias irá prevalecer, pois é o mais apto em relação ao estorno.

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O Ouriço-do-Mar e a Anémona-do-mar

Posted: Quarta-feira, Maio 18, 2011 in Cabo Mondego, GeoWalkers Folder

->Ouriço-do-mar:

O ouriço-do-mar é um equinoderme, tal como as estrelas-do-mar e os pepinos-do-mar. Alimenta-se de outros invertebrados e de algas que raspa das rochas com os seus cinco dentes, localizados na superfície inferior do corpo. Estes dentes formam um bico e estão unidos num sistema de ossículos e músculos bastante complexo, denominado Lanterna de Aristóteles. Não tem olhos mas o corpo está coberto por células sensíveis à luz. Assim que detecta luz, cobre-se com conchas, pequenas pedras e algas. Apesar de não parecer, estes animais movem-se com a ajuda de pés ambulacrários. O seu esqueleto duro e coberto de espinhos não é suficiente para os proteger de alguns caranguejos Europeus, estrelas-do-mar e peixes.

Ouriço-do-mar

Ouriço-do-mar

-> Anémona-do-mar:

A anémona vive presa a um suporte, que pode ser por exemplo uma pedra. Fica o tempo inteiro presa a um substrato para conseguir se alimentar, utilizando os seus tentáculos. Os animais que se aproximam da anémona-do-mar para procurar abrigo, acabam morrendo. Isto acontece por estas possuirem células urticantes nos seus tentáculos, que paralisam as suas presas no mesmo momento em que o veneno é disparado.
Porém, um dos únicos animais que podem se aproximar da anémona e não se precisa de preocupar é o peixe palhaço. Acredita-se que este peixe tenha uma defesa natural contra o veneno da anémona.

Anémona e Ouriço do mar

Anémona e Ouriço do mar

Cnidário (anémona-do-mar) e ouriços-do-mar nos recifes. Observando o ouriço na parte cima que se tapou com pedras, ele usa tentáculos do seu sistema ambulacral para movimentação de objectos. Sistema ambulacral (ou ambulacrário) é um sistema de órgãos exclusivo dos equinodermos, que funciona como um sistema hidráulico, tanto na locomoção, no transporte de substâncias, na respiração, na excreção, na circulação e na percepção do meio externo pelo animal.

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Acção Antropica no Litoral

Posted: Quarta-feira, Maio 18, 2011 in Gala, GeoWalkers Folder

-> Molhes:

Um molhe é uma construção marítima que consiste numa estrutura costeira alongada introduzida nos mares/oceanos. Esta estrutura é apoiada no leito marinho pelo peso próprio dos blocos.

Esta estrutura estende-se ao longo da água, uma das suas extremidades encontra-se necessariamente em terra e a outra na água.

Em algumas destas estruturas é possível fazer a atracagem de navios e outras embarcações, caso as condições sejam propícias para esse facto.

-> Esporões:

Os esporões são obras de protecção costeira perpendiculares à linha da costa, normalmente construídos em material rochoso mas por outras vezes construídos em betão.

Um defeito destas construções é facto de haver a deposição de areias a norte, mas a sul é retirada parte da areia.

Com o passar do tempo e devido às correntes marítimas se encontrarem na direcção Norte para Sul, a parte do norte ficara sedimentada e com bastante quantidade de areias abundantes, enquanto que a parte do sul ficará erodida e com uma grande falta de areias, o que leva à obrigatória construção de um novo molhe a sul, para que o litoral não sofra erosão tão rapidamente.

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